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3 dicas para fugir da preguiça e começar bem a semana

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Toda semana, o ciclo é o mesmo. Cinco dias de trabalho para dois de descanso. Domingo à noite sempre bate aquela preguiça ao pensar que no outro dia é hora de voltar à rotina. Segundo o coach e consultor de carreira Emerson Weslei Dias, esse desânimo é muito normal. “É muito mais fácil ficar descansando do que trabalhar. O corpo se acostuma e fica complicado voltar na segunda-feira”, justifica.

Por mais que pareça difícil, as obrigações estão aí e você precisa sempre estar motivado para continuar trabalhando. Confira abaixo 3 dicas do consultor para encontrar essa motivação e começar a semana com tudo.

1. Tenha um propósito
O trabalho deve ser encarado como um fator importante para conquistar aquilo que você deseja. Segundo Dias, ter um propósito na vida, mesmo que pequeno, é a motivação necessária para te tirar da cama no começo da semana. “Não há como ter resistência se você encara aquela tarefa como um passo para atingir seus objetivos”, explica. Definido o seu propósito de vida, é muito mais fácil levantar na segunda-feira com o mesmo pique que você teve no final de semana.

2. Aposte na visualização
Já tenho o meu propósito, e agora? Você precisa lembrar dele a todo momento e uma dica importante é usar artifícios visuais para isso. “Colocar post-its ou notas no celular com seus objetivos do ano te impulsionam durante os dias de preguiça”, sugere o consultor. Outra ideia é criar um compromisso público. Ou seja, manifeste a seus amigos e/ou familiares as coisas que você quer realizar. Dessa maneira, as pessoas irão lhe cobrar e você se sentirá mais motivado a trabalhar para concluir seus desejos.

3. Tenha pensamentos afirmativos
Um exercício importante é a afirmação. “É o que você diz para si mesmo naquele momento de preguiça”, explica Dias. Além de pensar em pessoas que te inspiram e em frases motivacionais, pense sempre em pequenos objetivos que você quer cumprir ao longo do ano. Para realizar aquela viagem de férias incrível, você precisa levantar da cama na segunda-feira e se esforçar na semana de trabalho. Segundo o consultor, fechar os olhos e se imaginar em um lugar que te faz bem pode ser uma ajuda extra.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

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Como desenvolver sua inteligência emocional

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Já faz tempo que o QI deixou de ser a melhor medida para avaliar as capacidades de um indivíduo. Graças a pesquisas sobre a inteligência emocional, catapultadas pelo trabalho do psicólogo Daniel Goleman, sabemos que entender as nossas emoções e as dos outros é fundamental para ter sucesso na vida pessoal e profissional.Quando o assunto é a sobrevivência e crescimento de um negócio, os empreendedores precisam não apenas de conhecimentos técnicos, mas saber lidar com pessoas e com emoções. Hoje, nenhum empreendedor sobrevive sem isso.

Todo empreendedor que já passou ou pretende passar daquela fase em que faz tudo sozinho terá que administrar um time. Todo empreendedor terá clientes que demandam uma série de habilidades que vão além de uma expertise específica, como relacionamento e entendimento de cenário. No fundo, tudo isso são habilidades não cognitivas, que costumamos chamar de inteligência emocional.

A boa notícia é que, como quase tudo em nossa vida, a inteligência emocional pode ser praticada e cultivada. Não é fácil mudar nossa maneira de agir e de reagir, mas não é uma missão impossível.

A inteligência emocional tem cinco componentes: autoconhecimento, autocontrole, motivação, empatia e habilidades sociais.

Comece com o autoconhecimento
Para mim, o aspecto mais importante é o autoconhecimento. É o primeiro passo para melhorar. Muita gente me pergunta: mas como desenvolvo o autoconhecimento? Há desde as dicas tradicionais, como ter um coach ou um terapeuta e ter um olhar atento para si mesmo, mas também há tarefas práticas e de curto prazo que você pode realizar para se conhecer melhor.

Uma delas é convidar três ou quatro pessoas próximas a você para descobrir sobre seus pontos fracos e fortes. Pergunte a elas: você me chamaria para te ajudar a resolver que tipo de problema?

E em que situação você jamais lembraria de mim para te ajudar a resolver? Talvez elas digam que você seria ótimo para resolver um conflito entre pessoas. Por outro lado, podem te dizer que jamais te chamariam para organizar um fluxo de trabalho. Esse feedback pode ser um ótimo ponto de partida para começar a entender onde as pessoas mais (e menos) enxergam seu potencial.

Outra alternativa é fazer um inventário comportamental. Existem várias ferramentas de diagnóstico de personalidade. Elas podem dizer muito sobre um indivíduo e dar informações como: você é atento ao detalhe? Dá espaço para o outro? Gosta de construir junto? É centralizador?

Identifique características que você precisa desenvolver e pratique o autocontrole
Uma vez que você começa a perceber as características com as quais você tem mais dificuldade, pode decidir desenvolvê-las. E decidir é uma das palavras chaves no processo de trabalhar a sua inteligência emocional.

Para que haja mudança, é preciso que a pessoa tenha uma vontade genuína de mudar e esteja disposta a praticar novos hábitos. A mudança precisa fazer sentido, seja porque você se incomoda com a maneira como se comporta hoje ou porque realizar melhor o seu trabalho exige o desenvolvimento de outras habilidades. Qual é o seu incentivo para investir tempo e energia nisso?

Para melhorar cada um dos aspectos da inteligência emocional, depois o incentivo, é necessário praticar. Por exemplo, se você percebe ou é alertado por alguém que tende a interagir pouco com as pessoas porque está sempre olhando o celular, tenha como meta diminuir esse hábito.

Da próxima vez que estiver em reunião ou almoçando com o time, deixe o telefone fora do alcance. Dedique sua atenção ao outro. Fazer com que seu cérebro resista ao impulso de pegar o telefone e checar as mensagens é um enorme esforço. Mas vigiar suas atitudes e forçar uma mudança fará com que, em alguns meses, um novo hábito seja criado.

Segundo Daniel Goleman, que citou o exemplo do celular em um de seus artigos, outra ótima forma de praticar é fazer ensaios mentais. Atletas olímpicos, por exemplos, treinam seus movimentos em pensamento, não apenas na hora do treino. Vale também usar bons exemplos. Como uma pessoa que é excelente nessa habilidade que estou querendo melhorar se comportaria nessa situação? Pense nela antes de agir.

Valorize seus pontos fortes e saiba delegar
Conheça e valorize seus pontos fortes, aquelas características que você apresenta naturalmente. São elas que serão o seu diferencial como pessoa ou profissional. Ninguém consegue ser bom em tudo ou mudar completamente sua maneira de ser. Conhecer suas facilidades faz com que você saiba quais funções pode desempenhar sem precisar delegar.

Eu, por exemplo, vejo como meus pontos fortes a comunicação, a criatividade e a paixão por pessoas. Sei que me desenvolvo muito mais vivendo experiências em ambientes diversos do que passando horas lendo livros teóricos. Porém, tenho que me esforçar para organizar meus pensamentos e para cumprir minha agenda de compromissos.

Como essas características são fundamentais para o sucesso do meu negócio, não posso delegá-las. Ao mesmo tempo, tenho dificuldade de cuidar de rotinas e controles operacionais, mas essas funções eu posso delegar. Assim, trouxe pessoas para o time que fazem isso de maneira brilhante.

Ninguém é super-homem ou super-mulher. Sabendo disso, cerque-se de pessoas que possuam habilidades que lhe faltam, para que você aprenda com elas e para que te complementem no dia-a-dia. Um empreendedor não pode achar que, sozinho, vai resolver todos os problemas da empresa.

Para criar empatia, evite a falsidade
Também não adianta tentar enganar a sua essência como pessoa. É preciso encontrar caminhos para o controle e a empatia, por exemplo, com os quais você esteja confortável. Por exemplo, alguém mais tímido não será da noite para o dia uma pessoa que com o olhar já se conecta com alguém, que dá um sorriso largo e já começa a conversar.

Se a timidez incomoda, ela pode procurar um curso de teatro, aprendendo a se relacionar através da representação. Ou, na hora de fazer networking, se é difícil se conectar pessoalmente, por que não tentar um primeiro contato via email, LinkedIn ou através de um amigo em comum?

Peça feedback para continuar o ciclo virtuoso
Para garantir que você está melhorando e continuar o processo de autoconhecimento, busque feedback. Isso lhe permitirá entender como outros enxergam o processo de mudança e te motivará a encontrar novos pontos para melhorar.  Sabemos que, no caso dos empreendedores, motivação para fazer cada dia melhor é o que não falta!

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

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5 maneiras de ter mais sorte em 2017

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Quando um projeto não dá certo e a vida parece ficar cada vez mais complicada, é natural que muitas pessoas fiquem tentadas a olhar e invejar a grama esverdeada do vizinho. Às vezes, é difícil não pensar que a sorte sorri apenas para alguns.

Para o colunista do site da revista Inc., Deep Patel, contudo, esse pensamento não passa de um mito. “Existem maneiras comprovadas de criar a própria sorte”, disse ele em sua última coluna. “Pessoas sortudas encontram um jeito de se colocar nas situações certas.”

Com o final do ano se aproximando, ele publicou conselhos para ajudar empreendedores a atraírem boas energias - e sorte - para 2017. Veja alguns deles a seguir:

1. Seja social
Fale com novas pessoas em festas, expanda seu círculo social e construa a sua própria rede de contatos profissional, aconselha Patel. "Apresente amigos antigos a novos conhecidos. Uma das maneiras mais rápidas de conseguir mais sorte é dar a cara para bater e conhecer novas pessoas – porque pessoas nos trazem conexões e conexões nos trazem oportunidades. No entanto, não esqueça das antigas amizades". Mas claro, não deixe de manter contato com as pessoas com quem você já tem laços fortes.

2. Ajude os outros
O que vai, sempre acha um jeito de voltar. Segundo Patel, pessoas de sorte não são mesquinhas com a própria prosperidade. Elas dividem seu tempo e recursos com os outros. “Ajudar é a coisa certa a fazer”, diz. Além disso, ajudar os outros sempre nos mostra como sortudos somos – seja em termos de conhecimentos, contatos, recursos ou até mesmo de pensamentos positivos.

3. Deixe espaço para surpresas
Patel reconhece que muitos empreendedores acabam preenchendo suas agendas e não deixam espaço para nada novo. “Esteja aberto para coisas novas. Seja curioso a respeito do mundo que cerca você.” De acordo com o colunista dará a você a oportunidade de explorar e ter novas ideias, ver as coisas a partir de uma perspectiva diferente ou conhecer alguém com quem, normalmente, você não teria contato. “Quando nós saímos, possibilitamos que novas chances entrem em nossas vidas.”

4. Procure pela sorte
A sorte não é algo que sempre aparece diante de você ou que acontece em sua vida do nada. Às vezes, a sorte é algo que você avista. Mas você precisa estar aberto para conseguir enxergá-la. “Para isso, você precisa aprender a encontrar oportunidades”, diz Patel. Segundo ele, é possível criar a própria sorte apenas ao ficar atento ao que acontece ao redor. “Apenas ao notar e agir quando oportunidades aparecem, você permite mais sorte na sua vida.

5. Aceite que contratempos acontecem
Ninguém é sortudo o tempo todo. O fracasso acontece e é uma parte da vida. “Aceite que haverão momentos nos quais você se sentirá para baixo, que você sentirá vontade de desistir”, afirma o colunista. No entanto, o sortudo é o sujeito que não deixa a negatividade se instalar em sua vida e que, no final das contas, não importa o quão difícil o dia esteja, não desiste. “Espane a poeira e procure por um novo ângulo para abordar os problemas que te afligem.”

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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12 hábitos para eliminar da sua vida e alcançar o sucesso em 2017

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Com a virada do ano, muitas pessoas fazem uma lista de coisas que desejam realizar em 2017. Poucas delas, contudo, serão realizadas até dezembro. Uma a uma, a maioria das resoluções serão abandonadas ao longo do ano - ou, em muitos casos, ainda em janeiro.

Por isso, o colunista da Inc. Chris Dessi propôs uma nova maneira de ver o começo do ano. Em vez de adotar novos costumes, que tal eliminar maus e velhos hábitos? Ele enumerou uma lista com algumas práticas e vícios que muitos empreendedores costumam carregar pela vida, mas que fazem mal, diminuem a produtividade e impedem a chegada do sucesso e do contentamento pessoal. Veja 12 delas a seguir:

1. Rede social durante o trabalho
As plataformas de mídia social são a principal causa da procrastinação. Perder-se entre posts do Facebook pode até ser divertido, mas também muito pouco produtivo. O conselho de Dessi é: evite entrar em Facebook, Instagram, Twitter e outras plataformas sociais enquanto estiver trabalhando. “Desligue também as notificações do celular. Você pode checar o Snapchat quando tiver tempo livre”, diz.

2. Nem tudo tem a ver com você
“O seu chefe não está conspirando para te demitir, a recepcionista também não está rindo por causa da sua gravata. Eles estão pensando sobre si mesmos e seus problemas. Não sobre você”, afirma Dessi. Para o colunista, é essencial abandonar pensamentos egocêntricos para ser mais feliz e focar melhor naquilo que importa.

3. Não seja multitarefa
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostra um resultado bastante surpreendente: apenas 2% das pessoas pode, de fato, realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. De acordo com a pesquisa, o cérebro dos chamados “supertasking” é diferente dos outros 98% da população. “Então, se você não faz parte desse grupo, não tente ser [um supertasking]. Quando quiser eliminar algo da sua lista de coisas para fazer, feche todo browser aplicativo na sua tela, com exceção daquele que você precisa para realizar a tarefa”, diz Dessi.

4. Nada de comparações
Não é possível ganhar o jogo das comparações. “Sempre haverá alguém mais inteligente, mais bonito, mais rico e [aparentemente] mais feliz que você”, afirma o colunista. O empreendedor deve ser capaz de focar em si mesmo, em seus objetivos, saúde e estado de espírito.

5. Acabe com as reclamações
O fato, segundo Dessi, é que não vale a pena ficar reclamando por todos os cantos. “Fique atento às palavras que saem da sua boca. Elas irão afetar você e as pessoas ao seu redor”, afirma. De acordo com ele, quanto mais coisas boas são ditas, mais coisas boas acontecem. O empreendedor deve ser otimista.

6. Não perca tempo com pessoas negativas
“Se elas não amam e apoiam você, tire-as da sua vida”, afirma Dessi. A ideia aqui, contudo, não é buscar o confronto, mas, sim, deixar de estar disponível. “Nem todas irão notar. Elas estão muito focadas em si mesmas.”

7. Livre-se de reuniões longas e desnecessárias
Menos reuniões significa mais produtividade. “Marque a reunião, fale o que precisa falar e vá fazer o que precisa fazer”, diz Dessi. Reuniões precisam ser produtivas. A dica do colunista é criar uma ata para cada encontro com os tópicos que precisam ser abordados. Enquanto você checa os assuntos, peça aos funcionários que digam em que tarefa estão trabalhando e o que já concluíram. “Funciona melhor e você reduzirá o tempo gasto em reuniões pela metade.”

8. Pare de dizer “sim” a tudo
Muitos empreendedores acham que 24 horas não é tempo o suficiente para resolver tudo o que necessário no dia. Dessi discorda. “Você tem tempo o suficiente, mas você gasta ele fazendo as coisas erradas.” O conselho é parar de dizer “sim” a tudo e abraçar o “não”. “Ame o ‘não’. Esta deve ser a sua palavra para 2017.”

9. Largue o hábito da autossabotagem
Muitos empreendedores vivem ouvindo aquela voz na cabeça que diz “você não é bom o suficiente” ou “você nunca conseguirá”. Dessi diz que é preciso largar esse hábito e estimular outro, que mantenha você produtivo. A autossabotagem não leva a nada, enquanto trabalhar, se exercitar e fazer coisas boas à sociedade pode tornar você mais feliz, completo e bem-sucedido.

10. Não se gabe de metas que ainda não foram cumpridas
Uma palestra do TED feita pelo empreendedor Derek Sivers explica o fenômeno: quando alguém anuncia para o mundo quais objetivos quer alcançar, o cérebro entende que esses objetivos já foram alcançados. Isso significa menos esforço e foco. Assista aqui.

11. Pare de se obcecar com fim do mundo
Algum ceticismo é sempre bom, mas o pessimista não muda o mundo, não motiva as pessoas nem tem ideias inovadoras. “O pessimismo só faz com que as pessoas ao redor do pessimista fiquem para baixo.”

12. Cuide do que está sob seu controle
No empreendedorismo há uma porção de variáveis que estão fora do controle do dono de um negócio. Por isso, não adianta passar noites acordado e preocupado com o que não é possível resolver. Para Dessi, isso é um desperdício de tempo, energia e recursos. “Você pode controlar o que você come, o que você pensa e o que você faz. Foque em você mesmo.”

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

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3 dicas para formar um time imbatível

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Identificar as pessoas certas e formar o espírito de equipe necessário para tocar um negócio são possivelmente as tarefas mais importantes de um empreendedor. Um time altamente qualificado e alinhado em torno de um objetivo comum pode fazer toda a diferença no sucesso, nas vendas e nos lucros de uma empresa. Entretanto, analisar apenas a capacitação técnica de potenciais funcionários é abrir as portas para futuros deslizes éticos, falhas de comunicação e acomodação. O ideal é o empreendedor avaliar a todo o momento valores e atitudes que são importantes para o seu negócio.

O consultor empresarial César Souza dedicou um capítulo de seu mais recente livro (“Jogue a seu favor”) ao tema. “Quando o empreendedor escolhe as pessoas certas, pode se dedicar a explorar oportunidades com foco no crescimento do negócio. Mas quando se cerca de gente errada, desperdiça tempo resolvendo problemas”, diz Souza. Veja algumas recomendações elencadas pelo especialista para contratar - e formar - times engajados na mesma causa.

1.  Filtre candidatos por atitudes desejáveis e indesejáveis
Como dono de empresa, você carrega alguns princípios e comportamentos que gostaria de ver praticados por todos os seus funcionários. São qualidades que vão além das competências técnicas obrigatórias para exercer uma determinada função. Confiança, respeito, integridade, qualidade e segurança são alguns dos atributos mais desejados. Porém, identificar esses valores, ainda durante a fase de seleção, não é tarefa simples. Uma forma recomendada por Souza aos empreendedores para aumentar as chances de fazer uma boa contratação é transformar os valores buscados em atitudes específicas, mais fáceis de detectar no dia a dia, numa entrevista de emprego ou em contato com chefes anteriores. Líderes que demandam “qualidade” podem estar procurando, na prática, gente que tenha velocidade de resposta, pro atividade e assertividade. O valor “integridade” pode ser traduzido em atitudes relacionadas à flexibilidade autoadministrada, à responsabilidade e ao espírito de coletividade. Também pode ser interessante que o empreendedor tenha em mente quais são as atitudes não desejadas para sua equipe, como paternalismo, individualismo, rigidez intolerante e negativismo.

2. Avalie o “grau de encaixe” do potencial  funcionário
Refere-se ao grau de sintonia da pessoa com o superior hierárquico (os dois devem entender o que cada um pensa e como devem agir em determinadas situações); com a cultura da empresa (lembre-se: as pessoas absorvem rapidamente novas capacidades técnicas, mas demoram a aprender atitudes e dificilmente mudam seus princípios); e com o momento atual da empresa (uma startup, por exemplo, costuma demandar funcionários desbravadores, que façam um pouco de tudo e coloquem a faca nos dentes, um perfil possivelmente oposto ao de um negócio em fase de consolidação de mercado). Outros dois encaixes que podem ser avaliados são: com o tipo de negócio (gente que se dá bem no campo nem sempre se encaixa no chão de fábrica, por exemplo) e o tipo de cliente (uma coisa é atender o comprador num ponto de venda, outra muito diferente é atendê-lo dentro de sua própria residência).

3. Considere conhecimentos complementares
Um  time com todo mundo alinhado a partir da mesma formação acadêmica, com as mesmas expectativas e conhecimentos é muito mais fácil de ser gerenciado. Afinal, lidar com opiniões e idéias divergentes pode ser uma baita dor de cabeça. Na opinião de Souza, esse é um dos pensamentos mais equivocados que um empreendedor pode ter sobre formação de equipes. Se você quer inovar e crescer num ritmo acima de seu mercado, você precisa de diversidade, de competências capazes de criar soluções diferenciadas. Por isso, a complementaridade de estilos é tão importante. Se um grupo ou departamento é formado majoritariamente por gente pragmática e focada em resultados, é salutar que elas passem a trabalhar com outras pessoas que se destaquem em planejamento, ponderação e análises. Equilíbrio é o nome do jogo!

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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4 perguntas básicas para conhecer melhor o seu cliente

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Como conhecer melhor o meu cliente?
Escrito por Enio Klein, especialista em vendas

A base para manter um bom relacionamento com o clienteestá no mantra repetido milhares de vezes: “entender e conhecer o cliente é a chave do sucesso de qualquer negócios”. O desafio é como executar esta tarefa.

A simplicidade e objetividade da frase não significam que a execução seja fácil. Não a subestime. É uma iniciativa que envolve toda a empresa e tratá-la como um projeto, investindo tempo e recursos adequados é fundamental para que se tenha o retorno esperado. Independente do seu tamanho. Em tempos de internet, o tempo da velha caderneta já passou. É preciso ser melhor que isto.

A segunda dica é relacionada com o comportamento do vendedor. É natural que, como humanos que são, vendedores trabalhem muito mais em função de seus próprios desejos ou necessidades do que do seu cliente. É preciso motivá-los e treiná-los para que entendam que, ao priorizar o interesse do cliente, eles não só melhoram seu desempenho - que no fim do dia os leva a chegar a seus objetivos, inclusive financeiros - mas também lhes será muito mais gratificante.

Tão importante quanto conhecer o seu cliente, é conhecer o seu não-cliente. Isto é, aquele indivíduo que não vai comprar o seu produto. É muito comum empresários acreditarem que terão sucesso em todos os casos, bastando para isso dispor de bons produtos ou bons serviços. Isto não é verdade. Procure conhecer aqueles para os quais o esforço de vender é inútil. É desgastante e improdutivo.

Conhecer o cliente é uma combinação de informações que você precisa levantar para que possa desenhar o seu perfil de compra. Não canse seu cliente com um monte de perguntas ou pesquisas. Seja objetivo. O que você precisa saber é qual o comportamento de compra de seu cliente - quando compra, o que compra, como compra . Isto o ajudará a ser mais assertivo em suas ofertas. Poucas perguntas e principalmente objetividade nos resultados que pretende obter com as respostas serão suficientes.

Para ajudá-lo listamos alguns tópicos com os quais você deve ter atenção:

1 - Quem é o cliente?Ou seja, os chamados dados demográficos. Estas informações são importantes para definir ofertas e estratégias de preços. Procure verificar quais informações são importantes para seu negócio e pergunte.

2 - O que fez o cliente procurar você?Como ele chegou a até você, o que o atraiu? Estes dados lhe ajudarão a entender o que em sua empresa atrai os clientes e o que não atrai, permitindo a você se adequar ao que o seu mercado potencial busca.

3 – O que você vende?Informações específicas sobre o que você vende, sobre o seu segmento, são importantes para que você possa entender o perfil do consumidor de seus produtos e focar no que de fato o interessa.

4 – O que ele acha da concorrência?Finalmente, mas não menos importante, você deve obter a percepção que seu cliente tem da concorrência e como ele te vê em comparação a ela. Assim você poderá descobrir o valor agregado que oferece e como pode melhorá-lo.

Seu cliente é a sua melhor fonte de informações, não desperdice a oportunidade.

Enio Klein é gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor de vendas e marketing da BSP - Business School São Paulo.

Fonte: Revista Exame - Ed. Abril

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São Paulo comemora 462 anos

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Aniversário será comemorado com shows e atividades que acontecerão dias 23, 24 e 25 de janeiro em teatros, Centros Culturais, CEUS e palcos externos em diversos locais da cidade, inclusive na Lapa e outros bairros da Zona Oeste.

Neste ano, as comemorações do aniversário de São Paulo, que celebra 462 anos no dia 25 de janeiro, terão três dias de atividades, começando no sábado, dia 23 e encerrando-se na segunda-feira. Reforçando o caráter democrático da festa, a Secretaria Municipal de Cultura planejou atrações gratuitas em todas as regiões da cidade contemplando seus equipamentos culturais: teatros, centros culturais, Casas de Cultura, além de CEUS e palcos externos.

No domingo, dia 24, a cantora Daniela Mercury fará uma apresentação em ritmo de pré-Carnaval. Em cima de um trio elétrico, a cantora promete transportar a energia do Carnaval de Salvador para a cidade de São Paulo. A concentração do trio acontecerá na Avenida Faria Lima, a partir das 16h30. Em mais de 4 horas de festa, a a cantora deverá percorrer o trajeto da Avenida Rebouças e Rua da Consolação. Daniela vai interpretar todo o seu repertório de canções como “Canto da Cidade”, “Maimbê Dandá”, “Rapunzel”, além de uma homenagem especial para a cidade, gravada em seu último álbum “Vinil Virtual”, que se chama “Antropofágicos São Paulistanos”.

No sábado, dia 23, a cantora Maria Gadú apresenta seu terceiro álbum, “Guelã”, na Casa de Cultura Palhaço Carequinha, a partir das 20h. A dupla de irmãos Luciana Mello e Jairzinho canta sucessos de seu pai, Jair Rodrigues, morto em 2015, além de seus repertórios autorais no Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo, às 21h. Leila Pinheiro apresenta o show de seu último CD “Por onde eu for”, no Teatro Municipal Décio de Almeida Prado, também às 21h. Luiz Ayrão traz, além de antigos sucessos, canções inéditas de seu último álbum, “Mistura Brasileira”, no Teatro Municipal Leopoldo Fróes, às 20h. A voz marcante de Tetê Espíndola poderá ser conferida no Teatro Municipal Zanoni Ferrite, às 20h. O Teatro Municipal Flávio Império, às 20h, recebe um dos maiores ícones da música caipira paulista: a dupla de irmãs Mary e Marilene Galvão, que tem cerca de 70 anos de carreira.

Ainda no sábado, a programação continua nos palcos externos e nos CEUS. O cantor Criolo apresenta o show “Convoque seu Buda” no Palco Parelheiros, a partir das 18h. O CEU Aricanduva, na zona leste, recebe a banda de hardcore rock Ratos de Porão, que apresenta o álbum “Século Sinistro”, às  18h.  O CEU Alvarenga, na zona sul, recebe Raimundos com o show “Turnê Raimundos 20 anos de estrada”, em que o repertório foi montado a partir de uma votação pela internet com músicas escolhidas pelos fãs, às 18h.

O Centro Esportivo e de Lazer Tietê recebe, no dia 25 de janeiro, os shows do grupo Demônios da Garoa e, na sequência, Gilberto Gil, a partir das 16h. Demônios da Garoa, conjunto que entrou, em 1994, para o Guinness Book como “Conjunto Vocal Mais Antigo do Brasil em Atividade”, lembrará sucessos de Adoniran Barbosa e cantará músicas recentes que fazem parte do repertório da banda. Já Gilberto Gil deve fazer os fãs dançarem, relembrando antigos sucessos de sua carreira.

Em parceria com a São Paulo Carinhosa, a Secretaria Municipal de Cultura oferece uma programação especial para as crianças nas Ruas Abertas, entre elas, as Avenidas Sumaré e Paulista, que terão brincadeiras e atividades circenses nos dias 24 e 25 de janeiro.

Mais informações, acesse: www.prefeitura.sp.gov.br/cultura.

Fonte: http://daquilapa.tudoeste.com.br/2016/01/13/sao-paulo-comemora-462-anos/São

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